sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

DECANA DA CULTURA CARIRIENSE



INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)

DECANA DA CULTURA CARIRIENSE



Lindalva Rodrigues de Alencar


O Professor Dr. Hugo de Melo Rodrigues, Presidente do Instituto Cultural do Vale Caririense (ICVC), no uso das atribuições estatutárias que lhe confere o art. 16º do Estatuto da referida instituição, apresentou o nome da Professora Lindalva Rodrigues de Alencar (fundadora e sócia titular do ICVC), para ser agraciada com o reconhecimento de “Decana da Cultura Caririense”, em razão de sua expressiva representatividade no âmbito da cultura e da educação na região do Cariri cearense.


A indicação foi referendada pelos demais sócios presentes à Sessão Ordinária do ICVC, realizada em 13 de janeiro de 2026.


A homenagem será outorgada em Sessão Solene, a ser realizada no dia 10 de fevereiro de 2026, no Centro Cultural Daniel Walker, em Juazeiro do Norte, Ceará, no horário das 15h às 17h. que terá como Presidente de Honra da Sessão, a Sócia titular do ICVC, a professora Maria do Socorro Pereira Gondim. 


Registre-se, divulgue-se e publique-se.


Prof. Dr. Hugo de Melo Rodrigues

PRESIDENTE DO ICVC

Contato: icvccariri@gmail.com



quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

MOMENTO REFLEXIVO (ICVC)

 

INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)

MOMENTO REFLEXIVO


Publicação de Maria Loureto de Lima

(Sócia titular do ICVC)

22/01/2026.

Memória


No vigésimo segundo dia do mês de janeiro do ano de 1946, agravou-se a enfermidade da qual foi vítima José Lourenço, o beato perseguido.



Já estava anoitecendo quando, na Fazenda União, chegava o médico Dr. Mozart Alencar para consultar seu amigo.


A infecção aumentava, traduzida pela febre incontida. Sabendo do que se tratava, Dr. Mozart, precavido, já conduzia a medicação injetável, que aplicou de imediato. Orientou fazer compressas mornas e ali pernoitou, juntamente com Januário Gonzaga (pai de Luiz Gonzaga), acompanhando o quadro em que se encontrava o beato.


O beato só conseguiu dormir quando o dia foi raiando. Dores por todo o corpo e a insistente febre levaram-no a passar a noite em claro.


“Com o remédio, as dores foram passando e ele dormiu até o meio-dia.”
Moisés Alves.


A cada dia, Zé Lourenço se debilitava.


Maria Loureto de Lima



Publicação de Maria Loureto de Lima

(Sócia titular do ICVC)

16/01/2026.

Memória Histórica


A ordem do tempo, quando não compreendida, leva nossa memória histórica; o tempo não tem estação.



Igreja de Santo Inácio de Loiola e o cruzeiro (em Crato - Ceará), onde foram enterrados dois missionários jesuítas, irmãos Jessé e Josué. Estavam em missão catequética pelo Nordeste (do Brasil), com fome e sede, não resistiram.


O Pe. Cícero Romão Batista ordenou ao Beato José Lourenço que, naquele local, deveria ser construída a igreja, e o padroeiro seria Santo Inácio de Loiola, pois tinha grande admiração pela missão que os jesuítas desenvolviam.


Ao pé do cruzeiro, uma das mulheres (Maria Vieira), sendo perseguida por um dos soldados, preferiu tomar banho com querosene e atear fogo em seu corpo, para não se entregar. Maria Vieira foi considerada louca pelos representantes da Diocese do Crato.

Maria Loureto de Lima


JUAZEIRO DO NORTE, UMA NAÇÃO ROMEIRA:  

O QUE FAZ A DIFERENÇA?


Publicação de Maria Loureto de Lima

(Sócia titular do ICVC)

03/02/2023.

 

No interior do Estado do Ceará, no longínquo vilarejo nas terras do Cariri, ano de 1898, no dia 07 de julho, nascia o fenômeno das Romarias, no chão marcado pela bravura, trabalho e fé. O Monsenhor Monteiro, reitor do Seminário São José, do município do Crato, iluminado pelo divino, ultrapassou as ordens do eclesiástico poder do Bispo da Diocese Dom Quintino Rodrigues de Oliveira e Silva, que não aceitava a liderança do Padre Cicero, e realizou a primeira romaria em Juazeiro do Norte.


A morte do Padre Cícero consolidou as romarias e o tempo reunindo a sabedoria imperícia do povo, foi criando identidade pra cada romaria e assim Juazeiro se transformou em grande centro de romarias conhecido mundialmente.


Bem definidas as romarias, o curso do tempo, abre anualmente esse acontecimento histórico sociorreligioso, com a FESTA DAS CANDEIAS. Não depende de Poder Público, nem de outros poderes constituídos, dependem de Deus, que declinou a luz espiritual e a sabedoria a um homem que foi tocado pela inteligência de conduzir multidões, quer na religião, na política social, quer na labuta com a terra, sob um clima na maioria dos tempos, dominado pelo sol latente. A diferença é a oração é o trabalho que faziam parte do DNA do padre e que ele soube disseminar. 


Mesmo sem os devidos cuidados do Poder Público, lamentavelmente hoje, considerada pelos próprios romeiros como cidade suja, deformada pelo lixo e lixões, lama e mato ela cresce, porque o poder de avanço que Juazeiro tem, é destinado por uma semente bem plantada, na fé e na verdade.


Salve nossas origens!

Salve a verdade radiada pelo Padre Cícero, que hoje a Igreja reconhece.


Fonte: Jornal Leia Sempre Brasil,  pág. 7. (03/02/2023).

Registro: Professor Hugo Rodrigues.



INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)

MOMENTO REFLEXIVO


Publicação de Augusto César de Barros

(Sócio titular do ICVC)

04/01/2026.

"Lembre-se de que o amor ao próximo é o segredo de nossa felicidade. Não fale mal de ninguém, não tenha raiva, não cultive ódios em seu coração. A irritação e o ódio são venenos que atacam o fígado e descontrolam o sistema nervoso. Aprenda a relevar e esquecer, para ter seu coração em paz e não sofrer em sua saúde. A serenidade é o segredo das vidas longas e felizes".

Augusto César de Barros



INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)

MOMENTO REFLEXIVO

Publicação de Cicero Pereira de Sousa 

(Sócio titular do ICVC)

13/01/2026.

ÀS LETRAS, ESCRITOR, POR GENTILEZA!


Há uma lenda, segundo a qual, São Francisco pediu a uma amendoeira: “Irmã, por gentileza, fala-me de Deus”, e a amendoeira floresceu. Se o Santo de Assis houvesse pedido o mesmo ao rouxinol, ele teria cantado; se se dirigisse às rosas com a mesma apelação, elas simplesmente teriam perfumado. É desta forma que a natureza se expressa sobre o Criador. E, finalmente, se o mesmo Francisco pedisse à alma do poeta que, por gentileza, também ele falasse de Deus, o vate floresceria com um belo poema sobre o Amor. Cada manhã na Terra é uma página em branco de que dispomos no livro da vida.


Dom Helder Câmara, ex-Arcebispo emérito de Olinda e Recife, costumava recomendar: “tudo o que você fizer, faça com alma. Seja a ponta de um lápis ou conduzir uma astronave pelo espaço.”


Os grandes poetas também viram no Amor e na percepção da unidade entre todos os seres a essência de nossas vidas e nossa maior vitória. Dante, na Divina Comédia, por exemplo, depois de percorrer o Inferno e o Purgatório, e depois de assistir à degradação e à infelicidade humanas em todas as suas formas, ascende ao céu e, no final de sua jornada, no centro da rosa mística, vê “uma beleza sorridente” – trata-se da Madonna, o arquétipo da feminilidade. Segundo alguns intérpretes, toda a Divina Comédia é uma viagem de descoberta, a reunião do homem com sua parte feminina, sua alma perdida (em que alma significa coração), com a capacidade de sentir e amar.


“Vós sois a luz do mundo. Ninguém acende uma candeia para coloca-la debaixo de um alqueire, mas no lugar mais elevado da casa, de onde possa ser vista por todos.” Cada livro publicado por algum de nós é mais uma candeia acesa na escuridão da ignorância humana.


O Dalai Lama escreveu: “se no início e no fim de nossas vidas dependemos da gentileza dos outros, por que então no meio, quando temos a oportunidade, não deveríamos ser gentis com eles também?” A melhor forma de ser gentil, para um escritor, é produzindo algo que possa deleitar a alma humana. É semeando páginas escritas que deem frutos cento por um na imaginação de cada leitor.

Cícero Pereira de Sousa


terça-feira, 6 de janeiro de 2026

(ICVC) SÓCIOS TITULARES (Publicações sendo atualizadas)

 

INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)

SÓCIOS TITULARES




CADEIRA  Nº 1 

Patrono: Joaquim de Alencar Marques Peixoto (Padre) 


Cadeira: 
1
Posição: 
3º Ocupante
Atual - vaga.

Antecedida por:

1º.Joaquim Lobo de Macedo (Joaryvar Macedo). 
Nascimento: 20.05.1937.   Naturalidade: Lavras da Mangabeira / Ceará.
Eleição:        22.09.1974.   Posse: 27.10.1974.   Falecimento: 29.01.1991.
 
2º.Maria Esmeralda Batista.
Nascimento: xx.xx.xxxx.     Naturalidade:
Eleição:        xx.xx.1995.     Posse: 06.10.1995.     Afastamento: xx.xx.xxxx.



CADEIRA  Nº 2 

Patrono: Miguel Coelho de Sá Barreto (Padre) 

Sócia Titular: Soderlânia Gonçalves de Oliveira (Professora)

Natural de: xxxxxxxxxx     

Nasc: 05/08/xxxx.  Eleição: xx.xx.xxxx.  Posse: xx.xx.xxxx. 


Cadeira: 
2
Posição: 
4º Ocupante
Atual

Antecedida por:

1º.José dos Anjos Dias. 
Nascimento: 07.04.1907.   Naturalidade:
Eleição:        22.09.1974.   Posse: 27.10.1974.   Falecimento: 12.03.1983.

2º.Luiz Gonzaga Soares. 
Nascimento: xx.xx.xxxx.   Naturalidade:
Eleição:        03.07.1983.  Posse: 07.08.1983.   Afastamento: xx.xx.xxxx.


3º.Francisco Luiz Soares. 
Nascimento: xx.xx.xxxx.     Naturalidade:
Eleição:        xx.xx.xxxx.     Posse: xx.xx.xxxx.     Afastamento: xx.xx.xxxx.
Obs.: Mudança para Cadeira 11




CADEIRA  Nº 3 

Patrono: Otávio Aires de Menezes (Jornalista) 

Sócia Titular: Maria do Rosário Lustosa da Cruz (Cordelista)

Natural de: xxxxxxxxxx     

Nasc: xx/xx/xxxx.  Eleição: xx.xx.xxxx.  Posse: xx.xx.xxxx. 


Cadeira: 
3
Posição: 
4º Ocupante
Atual

Antecedida por:

1º.Maria Antélvia Cândido. 
Nascimento: 13.02.1939.     Naturalidade:
Eleição:      22.09.1974.     Posse: 27.10.1974.  Afastamento: 07.03.1982.  Falecimento: xx.xx.xxxx.
 
2º.Antônio Inácio Filho. 
Nascimento: xx.xx.xxxx.     Naturalidade:
Eleição:        04.04.1982.     Posse: 02.05.1982.     Afastamento: 15.06.1986.


3º.Eurides Dantas de Sousa. 
Nascimento: 18.09.1954.     Naturalidade:
Eleição:        xx.xx.xxxx.     Posse: xx.xx.xxxx.     Afastamento: xx.xx.xxxx.



CADEIRA  Nº 4 

Patrono: José Geraldo Bezerra de Menezes (Advogado) 


Cadeira: 
4
Posição: 
4º Ocupante
Atual - Vaga.

Antecedida por:

1º.Maria Alacoque Bezerra de Figueiredo
Nascimento: 10.02.1921.     Naturalidade:
Eleição:        22.09.1974.     Posse: 27.10.1974.     Afastamento: 15.06.1986.    Falecimento: xx.xx.xxxx.
 
2º.Francisco Barros de Oliveira
Nascimento: 15.05.1945.     Naturalidade:
Eleição:        xx.xx.xxxx.     Posse: xx.xx.xxxx.     Afastamento: xx.xx.xxxx.


3º.Valba Gondim de Sousa
Nascimento:10.10.1932.  Naturalidade:  Jardim / Ceará
Eleição:     xx.xx.xxxx.  Posse: 10.05.1996.     Falecimento: 16.03.2021.



CADEIRA  Nº 5 

Patrono: Joviniano da Costa Barreto (Monsenhor) 

Sócio Titular: Hélio Bezerra de Mendonça (Agente adm.)

Natural de: xxxxxxxxx  

Nasc: 24/07/1963.  Eleição: 08.08.1999.  Posse: 05.09.1999. 



CADEIRA  Nº 06 

Patrono: Manoel Pereira Diniz (Advogado)

Sócio Titular: Francisco Barbosa Sobrinho/ Franco Barbosa (Professor)




CADEIRA  Nº 07 

Patrono: José Sobreira de Amorim (Advogado)

Sócio Titular: José Nildo Rodrigues da Cunha Filho (Advogado)





CADEIRA  Nº 08 

Patrono: Manoel Florêncio de Alencar (Advogado)

Sócia Titular: Vilma  Maciel Lira dos Santos (Professora)





CADEIRA  Nº 09 

Patrono: José Barbosa dos Santos (Carteiro)





CADEIRA  Nº 10 

Patrono: Quintino Rodrigues de Oliveira e Silva (Bispo)

Sócio Titular: Erasmo Barbosa Mendonça (Empresário)


quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Instituto Cultural do Vale Caririense (ICVC) - 2026


REUNIÃO ORDINÁRIA DO ICVC

Data: 13/01/2026.

Horário: Das 15h. às 17h.

Local: Fundação Memorial Padre Cicero 

(Sede provisória - antiga sede da Prefeitura). 


Prof. Hugo Rodrigues.

PRESIDENTE DO ICVC


Profª Teresa Siqueira.

PRESIDENTE DE HONRA DA SESSÃO


ICVC: RETROSPECTIVA GERAL (Publicações sendo atualizadas).


HISTÓRIA E MEMÓRIA DO 

INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)

15 de Dezembro de 2025


PERSONALIDADES DO 

INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC) 

SÃO HOMENAGEADAS COM A 

"MEDALHA JORNALISTA JOÃO BRÍGIDO”

                        Imagem/Fonte: Jornal Gazeta de Notícias - 15/12/2025.

O Jornal Gazeta de Notícias destacou, em reportagem especial publicada em 15 de dezembro de 2025, a solenidade de entrega da “Medalha Jornalista João Brígido”, promovida pela Fundação Frei Carlos em parceria com o próprio jornal. A cerimônia ocorreu no Auditório do Geopark Araripe, no dia 21 de novembro de 2025, e homenageou 16 personalidades do Cariri reconhecidas por sua atuação humanitária e exemplar compromisso com a cidadania.


A maioria dos agraciados possui forte vínculo com o Instituto Cultural do Vale Caririense (ICVC), incluindo patrono, sócio benemérito, titulares e correspondentes da instituição. Foram homenageados: Carmelina Feitosa (Madre Feitosa, in memoriam), Eloi Teles de Morais (in memoriam), José Roberto Celestino,  Antônio Renato Soares de Casimiro, Manoel Patrício de Aquino (in memoriam), Antônio Vicelmo do Nascimento, Francisco Alberto Bezerra, Francisco Heron Aquino (in memoriam), Francisco José Pierre, Napoleão Tavares Neves (in memoriam), Francisco Huberto Esmeraldo Cabral, Jackson de Oliveira Bantim, Geraldo Meneses Barbosa (in memoriam), João Lindemberg de Aquino (in memoriam), Manoel Magalhães Neto e Valter Pinheiro Leite, entre escritores, jornalistas, memorialistas, empresários, comunicadores, cineastas e ativistas culturais que contribuíram de forma significativa para o desenvolvimento cultural, social e histórico da região.


Entre os homenageados, destaca-se o Prof. Antônio Renato de Soares de Casimiro, (Secretário do ICVC), memorialista da trajetória do Padre Cícero Romão Batista e da cidade de Juazeiro do Norte. ocupante da Cadeira 16, exerceu a Presidência do ICVC por três mandatos e atualmente atua como 1º Secretário, constituindo-se referência na instituição, zelando por sua história e memória.  


O ICVC manifesta reconhecimento à iniciativa da Fundação Frei Carlos e do Jornal Gazeta de Notícias, ressaltando a importância da homenagem como valorização daqueles que ajudaram a construir a memória e a identidade do Cariri, tanto em vida quanto in memoriam.


Juazeiro do Norte/Ceará, 15 de dezembro de 2025.


Prof. Hugo de Melo Rodrigues

PRESIDENTE DO ICVC

Contato1: E-mail: icvccariri@gmail.com      

Contato2: E-mail: hugode@hotmail.com


HISTÓRIA E MEMÓRIA DO 

INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)

25 de Novembro de 2025


O INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)

É CONVIDADO PARA FAZER PARTE DA 

"COMISSÃO DA MEMÓRIA POLÍTICA EM BARBALHA"


No dia 25 de novembro de 2025, o Instituto Cultural doVale Caririense (ICVC), foi representado na Solenidade de implantação da "Comissão da Memória Política de Barbalha" na Câmara Municipal de Barbalha/Ceará, pela a 1ª Vice-Presidente: Professora Célia de Jesus Silva Magalhães. A Câmara atualmente é presidida pelo vereador Dorivan Amaro dos Santos (Ex-Secretário de Cultura do município).




Juazeiro do Norte/ Ceará, 25 de Novembro de 2025.


Prof. Hugo de Melo Rodrigues

PRESIDENTE DO ICVC

Contato1: E-mail: icvccariri@gmail.com     

Contato2: E-mail: hugode@hotmail.com


HISTÓRIA E MEMÓRIA DO 

INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)

31 de Dezembro de 2024


Mensagem do Presidente e da 1ª Vice-Presidente, do ICVC

Profº Hugo Rodrigues (Presidente do ICVC)

Profª Célia Magalhães (1ª Vice-Presidente do ICVC)


Que 2025 seja um ano de paz, amor, solidariedade e harmonia entre todos. Que o Ano Novo chegue carregado de esperança e nos conduza por uma trajetória de realizações.

Fazer parte do ICVC nos enche de orgulho, e queremos compartilhar com todos vocês o sonho de construirmos uma gestão coletiva, participativa e realizável. Sigamos construindo uma nova história!

Juntos e juntas, somos mais fortes!

Atenciosamente,


Profº Hugo de Melo Rodrigues

PRESIDENTE DO ICVC


Profª Célia de Jesus Silva Magalhães

1ª VICE-PRESIDENTE DO ICVC


HISTÓRIA E MEMÓRIA DO 

INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)

05 de Julho de 2021


CIDADÃO JUAZEIRENSE

Francisco Huberto Cabral

A Câmara Municipal de Juazeiro do Norte, no Ceará, outorgará o título de Cidadão Juazeirense ao jornalista, memorialista e radialista Francisco Huberto Cabral, sócio correspondente do Instituto Cultural do Vale Caririense (ICVC). Huberto Cabral é uma referência pelos inúmeros trabalhos sociais e culturais prestados em toda a Região do Cariri.

Registro: Profº Hugo Rodrigues.


INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)

DECANO DA CULTURA CARIRIENSE



Geraldo Menezes Barbosa


Em 03/02/2017, ocorreu a Sessão Solene de posse da nova diretoria do Instituto Cultural do Vale Caririense (ICVC), no Memorial Padre Cícero, às 19h30, ocasião em que foi homenageado o Dr. Geraldo Menezes Barbosa (Sócio titular e ex-presidente do ICVC), como o “Decano da Cultura Caririense”.


Diana Figueiredo Barbosa 

PRESIDENTE DO ICVC

(Gestão 2017–2018)



HISTÓRIA E MEMÓRIA DO 

INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)

11 de Setembro de 2014

ICVC: 40 Anos

C O N V I T E

A Presidente do INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE - ICVC, Maria do Rosário Lustosa da Cruz, tem a honra de convidar V.Sª e Exma. Família, para a reunião solene dos 40 Anos do Instituto, quando fará uma homenagem ao Senhor Raimundo Correia Ferreira,  posse da nova diretoria e de novos membros.

Local: Auditório da Faculdade Juazeiro do Norte

Rua São Francisco, 1224 – Bairro São Miguel.

Data: 20 de Setembro de 2014

Horário: 19:30 h

Juazeiro do Norte – CE

Fonte: https://www.portaldejuazeiro.com.br/search?q=ICVC


HISTÓRIA E MEMÓRIA DO 

INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)

30  de  Maio  de  2011


CASARÃO CENTENÁRIO

Arquivo: ICVC

" O Presidente do Instituto Cultural do Vale Caririense - ICVC, professor Hugo de Melo Rodrigues dentro do Programa Centenário realizado pela instituição que reconhece pessoas, lugares e fatos que em 2011 completam cem anos, presidiu no dia 06 de maio, importante solenidade que teve como Presidente de Honra o Professor Antônio Alves, e foi realizada no Sítio Brejo Seco em Juazeiro do Norte, reconhecendo o Casarão da Família Sá Barreto com o Diploma de Mérito Centenário. A solenidade foi prestigiada pelo Pres. da Comissão do Centenário, Dr. Geraldo Menezes Barbosafundadores do ICVC: Professora Antélvia Cândido, os Vice-presidentes do ICVC: Maria do Rosário e Pedro Bandeira, inúmeros acadêmicos da instituição, familiares das homenageadas (As senhoritas Geli, Tereza e Marle), que vivem no Casarão Centenário. "

FONTE:  INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE – ICVC
https://auribertoeternochocalheiro.blogspot.com/2011/05/instituto-cultural-do-vale-caririense.html


HISTÓRIA E MEMÓRIA DO 

INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)

22 de Setembro de 2010




Em proveitosa reunião do RC Padre Cícero, realizada no último dia 10, o ICVC – Instituto Cultural do Vale Caririense lembrou o centenário de Jefferson Albuquerque prestando-lhe homenagem num evento que contou com as presenças de rotarianos de Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha, representantes do ICC – Instituto Cultural do Cariri, com sede na cidade de Crato e familiares do homenageado.

Nascido em Pacatuba, Ceará, no dia 20 de abril de 1910, Jefferson de Albuquerque e Sousa faleceu subitamente, às 11 horas do dia 17 de fevereiro de 1991,quando a comunidade intelectual do Cariri foi tomada de surpresa, Dr. Jeffesron, como era chamado, bacharelou-se em Direito em 1935, na Faculdade de
Direito do Ceará e logo depois de sua formatura fixou-se em Crato, dedicando-se à advocacia, juntamente com o Dr. Antônio de Alencar Araripe, advogado de grande clientela, ao tempo, nesta região. 

Foi durante muitos anos funcionário do Banco do Brasil, como escriturário e fiscal da Carteira Agrícola. Um dos fundadores do Rotary Clube do Crato, em 1937, chegando a exercer as elevadas funções de Governador do Distrito, então Nº 26. No exercício deste posto visitou todos os clubes do Norte e Nordeste e participou da Convenção Internacional em Havana - Cuba. O homenageado foi também fundador do Rotary Clube de Barbalha.

O programa “Centenário” do ICVC, atualmente presidido pelo professor Hugo de Melo Rodrigues, já prestou homenagens a personalidades como Edgar Coelho de Alencar, Padre David Moreira, José Marrocos e Raquel de Queiroz, tendo ainda programadas homenagens a Tancredo Neves e Madre Tereza de Calcutá.
(Fonte: Cariri rotário).

FONTE: https://www.portaldejuazeiro.com.br/search?q=ICVC


INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)

15 de Dezembro de 2009


PROFESSOR HUGO RODRIGUES ELEITO NOVO 
PRESIDENTE DO ICVC

No dia 15 de dezembro deste ano (2009), às 17 horas, na sede da Biblioteca Municipal de Juazeiro do Norte, foram realizadas as eleições para a Presidência do Instituto Cultural do Vale Caririense (ICVC). Considerada uma das mais importantes instituições culturais do Cariri cearense, o Instituto foi fundado em 1974 pelo professor Joaryvar Macedo, que também exerceu o cargo de Secretário de Cultura do Estado do Ceará.

O professor Hugo Rodrigues, Técnico em Cultura, foi eleito presidente e ficará à frente do ICVC no biênio 2010–2011. A cerimônia de posse está prevista para a primeira semana de fevereiro, no Centro Cultural do BNB, como parte do programa “Troca de Ideias”.

Registro: Profº Hugo Rodrigues.



INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)

 Setembro de 2005


PROFESSOR HUGO RODRIGUES É ELEITO PARA OCUPAR UMA VAGA NO ICVC



Senhor Presidente, 
Dr. Geraldo Menezes Barbosa, 
ao cumprimentar V.S.ª estendo meus cumprimentos aos demais membros desta Academia. Lembro-lhes, ainda, que este é um momento de grande relevância em minha vida. 

Meus queridos familiares e amigos, fico honrado com as vossas presenças, e me provoca nostalgia pela ausência dos demais.

Minhas homenagens à grande Família do Caldeirão da Criança, trabalho idealizado pelo Sr. Alfons Lonsing e pela Sra. Bernadete Bezerra Lonsing, conduzido pelos mais elevados sentimentos de dedicação e amor ao próximo. A eles, meus agradecimentos por me proporcionarem a oportunidade de tê-los como exemplo de vida.

À nossa Juazeiro do Norte, meca do Nordeste, feita de terra e areia, iluminada por Padim Ciço e pela Mãe de Deus das Candeias. 

Dedico a felicidade deste momento à minha querida esposa, Cícera Sineide Dantas Rodrigues, companheira de todos os momentos e responsável por grande parte da minha felicidade. A ela dirijo agora palavras seculares de amor:

“Mas silêncio! Que luz se escoa agora da janela? Será ela o sol daquele oriente? Surge, formoso sol, e mata a lua, cheia de inveja, que se mostra pálida e doente de tristeza, por ter visto que, como serva, és mais formosa que ela [...] Ah! Se eu fosse uma luva dessa mão, para poder tocar naquela face.” Trecho de Romeu e Julieta, talvez a mais célebre e conhecida história de amor de todos os tempos, de William Shakespeare (1564–1616), poeta e dramaturgo inglês, considerado um dos maiores autores da literatura universal.

Ao meu amado filho, Arthur Vitor Dantas Rodrigues, saiba que você nos traz imensas felicidades. A sua chegada faz-me recordar, com profunda emoção, algo igualmente maravilhoso (trecho da música “O Filho Que Eu Quero Ter”, de Toquinho e Vinicius de Moraes).

Que este momento represente uma homenagem justa e merecida a todos os meus ancestrais, cujas cinzas foram espalhadas pelo vento e esquecidas no tempo; que seja a oportunidade de galgar mais um degrau na escada da vida. Que fique registrado não apenas nos arquivos burocráticos das instituições, mas na memória dos que aqui estiverem presentes, servindo de referência para toda a minha descendência.

Poderia iniciar este discurso com aquele que foi capaz de atravessar o tempo por sua eloquência, clareza e mensagem de paz. Quem aqui não se recorda: “Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador. [...] Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade.” Discurso final de Charles Spencer Chaplin (1889–1977), no filme O Grande Ditador (1940), sem dúvida uma das obras mais marcantes de sua carreira.

Como admirador das artes, das letras, das lendas e dos fatos históricos, não posso permitir que este banquete dionisíaco passe sem referências teóricas que fundamentaram minha formação. Quisera trazer a eloquência de Marco Túlio Cícero (106–43 a.C.), um dos maiores oradores do Ocidente, cujos ideais promoveram a cidadania e o engajamento público. Ou ainda a poesia shakespeariana, que nos conduz à reflexão filosófica: “Ser ou não ser - eis a questão.”

Gostaria de enaltecer os antigos filósofos e grandes poetas com a suavidade das belas canções, mas, se a efemeridade do tempo não me permite, recorro à sabedoria de Horácio e ao seu Carpe diem: viver o presente, pois o amanhã é incerto. Quintus Horatius Flaccus (65–8 a.C.), poeta lírico e filósofo romano, tornou-se o primeiro literato profissional de Roma.

Mesmo não possuindo a leveza da infância nem a sabedoria refletida no olhar dos idosos, coloco-me diante de todos vocês e, em oferenda, trago a boa vontade de colaborar com a cultura e a educação do meu povo, buscando transformar ideias em ações — finalidades estas elencadas nos estatutos desta Academia e defendidas há mais de um século por Machado de Assis, quando afirmou: “As academias são como as armas. Só devem ser utilizadas em defesa. Em defesa, antes de tudo, do patrimônio cultural de um povo.”

Com essas palavras, Machado de Assis profetizou a importância de cada cidade preservar sua memória estética, histórica e intelectual. Que jamais seja necessário utilizar armas para defesa, pois cremos na profecia bíblica de que o lobo e o cordeiro pastarão juntos. Reafirmo, assim, meu voto pelo SIM ao desarmamento, em memória daqueles que tiveram suas vidas ceifadas e cujas ausências ainda nos comovem.

No Instituto Cultural do Vale Caririense (ICVC), homens cultos e formadores de opinião me precederam na Cadeira nº 18, que ora passo a ocupar. Reporto-me ao seu patrono, Monsenhor Francisco Silvano de Souza, a quem reverencio, pois “os lugares vazios pertencem aos seus próprios donos”. Natural de Barbalha, nasceu em 18 de abril de 1879 e faleceu em 26 de fevereiro de 1969. Sacerdote exemplar, militou na imprensa, no magistério e na oratória sacra, exercendo relevantes funções nas dioceses do Ceará e de Pelotas (RS). Autor de O Grande Desconhecido e Dom Melo, cumpriu com integralidade o apostolado que escolheu por vocação.

Peço desculpas aos que me antecederam e paciência aos que me precedem, por não possuir o dom da oratória dos eruditos para concluir este pronunciamento. Recorro, então ao poeta William Shakespeare quando diz: 

“Boa noite, boa noite, boa noite!
A despedida é dor tão doce
que ficarei aqui dizendo boa noite
até que seja dia.” 

Com muito carinho,

Hugo de Melo Rodrigues