sábado, 24 de janeiro de 2026

MOMENTO REFLEXIVO

 

INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)

MOMENTO REFLEXIVO



Publicação de Cicero Pereira de Sousa

(Sócio titular do ICVC)

08/04/2005


A IMPORTÂNCIA DA LEITURA


Como já dizia Monteiro Lobato: “Quem mal lê, mal ouve, mal fala, mal vê.”


Muita gente diz que não gosta de ler, e há outros tantos aficionados em livros. Mas em uma coisa todos devemos concordar que os benefícios em cultivar o hábito da leitura; são inúmeros


O hábito da leitura vem sendo deixado de lado devido ao aumento da tecnologia. As pesquisas que antes eram feitas em livros e enciclopédias passaram a ser realizadas pela internet, dificultando o interesse em ler.


Na pequena biblioteca do meu pai, encontrei um livro sobre a história do Imperador Carlos Magno e os Doze Pares de França. Foi minha primeira leitura. Desde então, passei a ter vontade de conhecer aquele país europeu e sua linda história. Segundo Luís da Câmara Cascudo, esse foi um dos livros mais populares no Brasil durante o século XIX e início do século XX. No formato de cordel, era lido em voz alta em praça pública, de modo que “nenhum sertanejo ignorava as façanhas dos Pares de França ou a imponência do Imperador Carlos Magno.


Quem lê tem a possibilidade de viajar para inúmeros lugares, viver em mundos diferentes e participar de experiências que vão além do mundo real, mas que dialogam com a realidade, permitindo aprendizados e reflexões mais profundas.


Já no Seminário Jesuíta, tive que ler e estudar a Eneida, de Publius Vergilius Maro (Roma, 70 a.C. - 19 a.C.), no idioma original: “Arma virumque cano, qui Troiae primus ab oris Italiam. ” poema épico escrito no século I a.C. sobre as origens de Roma, que inspira Luís de Camões em Os Lusíadas: “As armas e os barões assinalados, que da ocidental praia lusitana, por mares nunca dantes navegados, passaram ainda além da Taprobana...” (Luís de Camões, Lisboa, 1524-1579).


O grande José de Alencar (Messejana, 1829-1877) produz Iracema, emprestando ao início desse lindo romance um pouco de Vergilius e de Camões: “Verdes mares bravios de minha terra natal, onde canta a jandaia nas frondes da carnaúba...”


Pesquisa realizada por:

Cicero Pereira de Sousa

Registro: Professor Hugo Rodrigues.


INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)

MOMENTO REFLEXIVO



Publicação de Augusto César de Barros

(Sócio titular do ICVC)

04/01/2026.


"Lembre-se de que o amor ao próximo é o segredo de nossa felicidade. Não fale mal de ninguém, não tenha raiva, não cultive ódios em seu coração. A irritação e o ódio são venenos que atacam o fígado e descontrolam o sistema nervoso. Aprenda a relevar e esquecer, para ter seu coração em paz e não sofrer em sua saúde. A serenidade é o segredo das vidas longas e felizes".


Augusto César de Barros

Registro: Professor Hugo Rodrigues.



INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)

MOMENTO REFLEXIVO


Publicação de Cicero Pereira de Sousa 

(Sócio titular do ICVC)

13/01/2026.

ÀS LETRAS, ESCRITOR, POR GENTILEZA!


Há uma lenda, segundo a qual, São Francisco pediu a uma amendoeira: “Irmã, por gentileza, fala-me de Deus”, e a amendoeira floresceu. Se o Santo de Assis houvesse pedido o mesmo ao rouxinol, ele teria cantado; se se dirigisse às rosas com a mesma apelação, elas simplesmente teriam perfumado. É desta forma que a natureza se expressa sobre o Criador. E, finalmente, se o mesmo Francisco pedisse à alma do poeta que, por gentileza, também ele falasse de Deus, o vate floresceria com um belo poema sobre o Amor. Cada manhã na Terra é uma página em branco de que dispomos no livro da vida.


Dom Helder Câmara, ex-Arcebispo emérito de Olinda e Recife, costumava recomendar: “tudo o que você fizer, faça com alma. Seja a ponta de um lápis ou conduzir uma astronave pelo espaço.”


Os grandes poetas também viram no Amor e na percepção da unidade entre todos os seres a essência de nossas vidas e nossa maior vitória. Dante, na Divina Comédia, por exemplo, depois de percorrer o Inferno e o Purgatório, e depois de assistir à degradação e à infelicidade humanas em todas as suas formas, ascende ao céu e, no final de sua jornada, no centro da rosa mística, vê “uma beleza sorridente” – trata-se da Madonna, o arquétipo da feminilidade. Segundo alguns intérpretes, toda a Divina Comédia é uma viagem de descoberta, a reunião do homem com sua parte feminina, sua alma perdida (em que alma significa coração), com a capacidade de sentir e amar.


“Vós sois a luz do mundo. Ninguém acende uma candeia para coloca-la debaixo de um alqueire, mas no lugar mais elevado da casa, de onde possa ser vista por todos.” Cada livro publicado por algum de nós é mais uma candeia acesa na escuridão da ignorância humana.


O Dalai Lama escreveu: “se no início e no fim de nossas vidas dependemos da gentileza dos outros, por que então no meio, quando temos a oportunidade, não deveríamos ser gentis com eles também?” A melhor forma de ser gentil, para um escritor, é produzindo algo que possa deleitar a alma humana. É semeando páginas escritas que deem frutos cento por um na imaginação de cada leitor.


Cícero Pereira de Sousa

Registro: Professor Hugo Rodrigues.



INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)

MOMENTO REFLEXIVO



Publicação de  Maria Iris Tavares Farias

(Sócia titular do ICVC)

23/01/2026.


A QUE CUSTO E QUANTO CUSTA  A  AUDIÊNCIA DO BBB?



Tem um ditado que diz, “quanto mais a gente reza mais assombração aparece”. Penso que esse juízo pode ser aplicado na expectativa real das mulheres que se deparam cotidianamente com as violências. São assombramentos que remontam a história ocidental, palco central da rebelião das mulheres contra sua condição, que lutaram por liberdade e muitas vezes pagaram com suas próprias vidas. A Inquisição da Igreja Católica foi inflexível com qualquer mulher que protestasse os princípios por ela pregados como dogmas insofismáveis. Desde a Antiguidade ao mundo contemporâneo as mulheres são alvos de todo tipo de exploração. O patriarcado e o capitalismo se uniram num preito impiedoso ao longo dos séculos.


Então, como é que o Big Brother Brasil entra nessa história? Com mais de duas décadas de instalação, a Casa BBB está na sua 26° edição, e, tem piorado muito desde o seu lançamento em 2002. A premiação em dinheiro é a maior motivação para os participantes que se sujeitam aos comandos e ao regramento impostos pela direção do espetáculo e/ou do “reality show”, todavia é ali que tudo pode acontecer, onde a individualidade de cada participante é negociada e serve de barganha no tabuleiro do desejo e dos interesses dos detentores do capital que patrocina e determina os conteúdos que vão lhes render mais negócios, vendas e lucro. A ética, o respeito e a dignidade são ideias lembrados nas narrativas de alguns interlocutores, afinal o “reality” é exibido em horário nobre e adentra os lares de milhares de famílias. É com essa amplitude que o assédio televisionado convive no seio da sociedade brasileira, que anestesiada espera as cenas do próximo episódio.


Não estamos diante de um programa educativo, nem do trabalho humano que possa atuar com inteligência mediante as experiências vivenciadas no coletivo. Trata-se de um experimento solitário e de forte incentivo a disputa. É violento, principalmente para as mulheres. O assédio cometido pelo projeto de macho que Pedro Henrique Espindola representa é sem duvida a perpetuação de práticas e comportamentos que servem para subjugar e expor as mulheres. É a retroalimentação de um modelo de sociedade, cuja desigualdade de gênero tem como base a disparidade de direitos, a superioridade dos homens no tratamento com as mulheres (e outros gêneros) numa sociedade, pautada em preconceitos e papéis sociais, e não nos aspectos biológicos. O homem em posição de privilégio e a mulher em inferioridade, afetando seu desenvolvimento em áreas como trabalho, educação, política e engendrando violência. 


É imperdoável que a Globo e demais emissoras de comunicação estejam rendidas aos seus conteúdos que expõem e forjam mais ambientes de exploração e violência contra as mulheres. Não importa o tipo de violência, porque qualquer uma delas pode custar a vida de uma mulher. É inaceitável que os interesses capitais se sobreponham aos cuidados com as pessoas participantes desse show de horrores adotado pelos meios de comunicação. 


Íris Tavares - Escritora, Historiadora e Educadora Social.

Fonte: Jornal Leia Sempre Brasil,  pág. 14. 

(23.01.2026  a  29.01.2026).

Registro: Professor Hugo Rodrigues.



INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)

MOMENTO REFLEXIVO



Publicação de Maria Loureto de Lima

(Sócia titular do ICVC)

Sexta-feira de Carnaval - 13/02/2026.


MEMÓRIAS DE CARNAVAL: 

Juazeiro do Norte


O primeiro carnaval realizado em Juazeiro do Norte foi em 1925.


Blocos, baile e desfile de carros


A iniciativa foi de Floro Bartolomeu, que, na época, era Deputado Federal. Ele trouxe todas as fantasias do Rio de Janeiro, conforme registros memorialistas. As fantasias já estavam designadas para os blocos que seriam formados e, assim, percorreriam as ruas da cidade.


Foram organizados três blocos:
Bloco das Bananas, liderado por Albertina Brasileiro;
Bloco das Mexicanas, sob a responsabilidade de Ivone, Bellkis e Ayta Suliano de Albuquerque; e o Bloco dos Cavadores, sob a coordenação de Walmique Gomes.


Na noite do dia 25, houve um grande baile de máscaras para as famílias, na residência de Floro Bartolomeu.


Pesquisa realizada por:

Maria Loureto de Lima

Registro: Professor Hugo Rodrigues.


Publicação de Maria Loureto de Lima

(Sócia titular do ICVC)

12/02/2026.


 José Lourenço, o beato perseguido


APOLOGIA a uma das maiores lideranças comunitária da 

história do Ceará.


Primeira produção da autora


Com base nos pilares do desenvolvimento humano - fraternidade, liberdade, solidariedade e igualdade, José Lourenço, o Beato da Santa Cruz do Deserto, fez história em três comunidades: Sítio Baixa Dantas, Caldeirão da Santa Cruz e Fazenda União.


Um legado sociológico, no qual reuniu aconselhamento, atenção, informação, trabalho e união.


Imerso na fé em Deus Pai Eterno e na Mãe das Dores, fiel e obediente aos conselhos do Pe. Cícero, enfrentou preconceito, calúnia e perseguição - e a todas sobreviveu.  


Seu legado abre janelas para a construção de uma comunidade diferenciada, onde prevaleçam o respeito e a dignidade humana.


Revisitando a história do Caldeirão, encontramos no livro do escritor Tarcísio Marcos Alves (1940  a 2016) Livro: A Santa Cruz do Deserto: A comunidade igualitária do  Caldeirão.

Fonte - Suplemento Cultural.  Estado do Pernambuco. Ano  XII, outubro / novembro 1997.


" A EDUCAÇÃO NA SUA COMUNIDADE ERA UMA GRANDE PREOCUPAÇÃO DO BEATO JOSÉ LOURENÇO."




Imagens da chegada do corpo do beato Zé Loureço e velório



Pesquisa realizada por:

Maria Loureto de Lima

Registro: Professor Hugo Rodrigues.



Publicação de Maria Loureto de Lima

(Sócia titular do ICVC)

29/01/2026.


CALDEIRÃO, O SONHO DE MUITOS


100 anos da chegada do beato Zé Lourenço, Severino Tavares e outros... Ao Caldeirão.


Primeira produção da autora


Sítio Caldeirão, município do Crato, dentro da caatinga, na encosta da Serra do Araripe. Área de 880 hectares. Chamado Caldeirão devido à grande quantidade de caldeirões de pedra, que conservava água no período seco


Antes, o Caldeirão era conhecido como Conceição da Serra. Depois, Caldeirão dos Jesuítas, que ali chegaram fugidos das perseguições do Marquês de Pombal. Alojaram-se à sombra de uma grande baraúna, e os dois irmãos padres ali morreram de fome.


Antes do beato chegar ao Caldeirão, alí morava o Sr. Zacarias, que ao saber da chegada do beato, ficou insatisfeito e se retirou para Monte Alverne, um sítio próximo. A localidade não  tinha benfeitura nenhuma, não havia estrada e o acesso muito difícil.  


O beato ali chegou com as pessoas que o acompanhavam no sítio Baixa-d’Antas, e com ele também estavam Severino Tavares e sua família, obedecendo às orientações do Pe. Cícero, seu grande amigo. Meu pai, Eleutério Tavares, tinha onze anos. À medida que as pessoas iam acompanhando o beato, seguiam com suas foices, abrindo caminhos.


Imagem de Sto. Inácio de Loiola.
Interior do túmulo do Beato Zé Lourenço no 
Cemitério do Socorro, Juazeiro do Norte/Ceará


Primeiro de janeiro de 1926.

Antes de o beato chegar ao Caldeirão, o Pe. Cícero disse a ele:

“Zé Lourenço, eu tenho muita terra no Cariri e tenho terra no Caldeirão. Esse lugar é onde moravam dois jesuítas que ali morreram. Ali tinha um pé de baraúna, e Zacarias o cortou sem minha permissão; eu não gostei. Você vai para lá e, ao chegar, bote uma cruz e depois construa a igreja. O padroeiro é Santo Inácio de Loiola, criador da ordem jesuíta.”

(Depoimento de João Silva, em 11 de novembro de 1991, e de Eleutério Tavares.)


Pesquisa realizada por:

Maria Loureto de Lima

Registro: Professor Hugo Rodrigues.



Publicação de Maria Loureto de Lima

(Sócia titular do ICVC)

22/01/2026.

Memória


No vigésimo segundo dia do mês de janeiro do ano de 1946, agravou-se a enfermidade da qual foi vítima José Lourenço, o beato perseguido.



Já estava anoitecendo quando, na Fazenda União, chegava o médico Dr. Mozart Alencar para consultar seu amigo.


A infecção aumentava, traduzida pela febre incontida. Sabendo do que se tratava, Dr. Mozart, precavido, já conduzia a medicação injetável, que aplicou de imediato. Orientou fazer compressas mornas e ali pernoitou, juntamente com Januário Gonzaga (pai de Luiz Gonzaga), acompanhando o quadro em que se encontrava o beato.


O beato só conseguiu dormir quando o dia foi raiando. Dores por todo o corpo e a insistente febre levaram-no a passar a noite em claro.


“Com o remédio, as dores foram passando e ele dormiu até o meio-dia.”
Moisés Alves.


A cada dia, Zé Lourenço se debilitava.


Maria Loureto de Lima

Registro: Professor Hugo Rodrigues.


Publicação de Maria Loureto de Lima

(Sócia titular do ICVC)

16/01/2026.

Memória Histórica


A ordem do tempo, quando não compreendida, leva nossa memória histórica; o tempo não tem estação.



Igreja de Santo Inácio de Loiola e o cruzeiro (em Crato - Ceará), onde foram enterrados dois missionários jesuítas, irmãos Jessé e Josué. Estavam em missão catequética pelo Nordeste (do Brasil), com fome e sede, não resistiram.


O Pe. Cícero Romão Batista ordenou ao Beato José Lourenço que, naquele local, deveria ser construída a igreja, e o padroeiro seria Santo Inácio de Loiola, pois tinha grande admiração pela missão que os jesuítas desenvolviam.


Ao pé do cruzeiro, uma das mulheres (Maria Vieira), sendo perseguida por um dos soldados, preferiu tomar banho com querosene e atear fogo em seu corpo, para não se entregar. Maria Vieira foi considerada louca pelos representantes da Diocese do Crato.


Maria Loureto de Lima

Registro: Professor Hugo Rodrigues.



JUAZEIRO DO NORTE, UMA NAÇÃO ROMEIRA:  

O QUE FAZ A DIFERENÇA?


Publicação de Maria Loureto de Lima

(Sócia titular do ICVC)

03/02/2023.

 

No interior do Estado do Ceará, no longínquo vilarejo nas terras do Cariri, ano de 1898, no dia 07 de julho, nascia o fenômeno das Romarias, no chão marcado pela bravura, trabalho e fé. O Monsenhor Monteiro, reitor do Seminário São José, do município do Crato, iluminado pelo divino, ultrapassou as ordens do eclesiástico poder do Bispo da Diocese Dom Quintino Rodrigues de Oliveira e Silva, que não aceitava a liderança do Padre Cicero, e realizou a primeira romaria em Juazeiro do Norte.


A morte do Padre Cícero consolidou as romarias e o tempo reunindo a sabedoria imperícia do povo, foi criando identidade pra cada romaria e assim Juazeiro se transformou em grande centro de romarias conhecido mundialmente.


Bem definidas as romarias, o curso do tempo, abre anualmente esse acontecimento histórico sociorreligioso, com a FESTA DAS CANDEIAS. Não depende de Poder Público, nem de outros poderes constituídos, dependem de Deus, que declinou a luz espiritual e a sabedoria a um homem que foi tocado pela inteligência de conduzir multidões, quer na religião, na política social, quer na labuta com a terra, sob um clima na maioria dos tempos, dominado pelo sol latente. A diferença é a oração é o trabalho que faziam parte do DNA do padre e que ele soube disseminar. 


Mesmo sem os devidos cuidados do Poder Público, lamentavelmente hoje, considerada pelos próprios romeiros como cidade suja, deformada pelo lixo e lixões, lama e mato ela cresce, porque o poder de avanço que Juazeiro tem, é destinado por uma semente bem plantada, na fé e na verdade.


Salve nossas origens!

Salve a verdade radiada pelo Padre Cícero, que hoje a Igreja reconhece.


Fonte: Jornal Leia Sempre Brasil,  pág. 7. (03/02/2023).

Registro: Professor Hugo Rodrigues.



sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

DECANA DA CULTURA CARIRIENSE



INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)

DECANA DA CULTURA CARIRIENSE



Lindalva Rodrigues de Alencar


O Professor Dr. Hugo de Melo Rodrigues, Presidente do Instituto Cultural do Vale Caririense (ICVC), no uso das atribuições estatutárias que lhe confere o art. 16º do Estatuto da referida instituição, apresentou o nome da Professora Lindalva Rodrigues de Alencar (fundadora e sócia titular do ICVC), para ser agraciada com o reconhecimento de “Decana da Cultura Caririense”, em razão de sua expressiva representatividade no âmbito da cultura e da educação na região do Cariri cearense.


A indicação foi referendada pelos demais sócios presentes à Sessão Ordinária do ICVC, realizada em 13 de janeiro de 2026.


A homenagem será outorgada em Sessão Solene, a ser realizada no dia 10 de fevereiro de 2026, no Centro Cultural Daniel Walker, em Juazeiro do Norte, Ceará, no horário das 15h às 17h. que terá como Presidente de Honra da Sessão, a Sócia titular do ICVC, a professora Maria do Socorro Pereira Gondim. 


Registre-se, divulgue-se e publique-se.


Prof. Dr. Hugo de Melo Rodrigues

PRESIDENTE DO ICVC

Contato: icvccariri@gmail.com